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Imagem retirada de dicasdearquitetura.com.br |
Considerando que inspiração de escrever não é algo fácil de se ter hoje eu me senti inspirada para dialogar por aqui. O dia começou logo cedo quando abri meus olhos estava ainda em uma espécie de transe entre a realidade e o sonho até que após realmente levantar-me e esticar as pernas caminhando pela casa despertei completamente. Estendi a cama e olhei pela janela o rosto de minha mãe apreensiva e eu logo sabia a razão já havia passado pelo mesmo fato. Certamente o nervosismo para aquele momento prestes a ocorrer a corroía por dentro o que dificultava o fato, mas não impedia este de acontecer. Quando perceberam que eu estava acordada me encarregaram do cargo de ficar de babá de meu primo. Infelizmente não havia tomado café da manhã, mas como estavam com pressa para a saída lá fui eu prestar serviço de anjo da guarda do menino. O mate disposto na poltrona logo a frente da que eu estava sentada fez alegrar-me e distrair meu estomago da fome. É incrível como uma água quente com um pouco de cafeína podem vivificar seu cérebro. A hora estipulada era uma, mas acabaram por atrasar um pouco no entanto felizmente já havia me prevenido com o celular, um livro de direito penal e um lápis de escrever. O que fez o tempo escorregar mais rapidamente entre a espera e a chegada. O final da manhã se baseou em organizar a casa e buscar minha mãe no serviço nada muito empolgante. A tarde decidi por continuar a organização este ano diferente dos demais estava sentindo uma necessidade maior de ter a casa organizada para o natal. No restante da tarde fiz alguns favores necessários e empáticos. E ao final dela acabei por terminar com tereré e bolachas e acredite com a temperatura do sol fervendo aquele suco gelado caiu como uma luva para espantar o calor. Escutei a conversa da roda e falei. Quando minha mãe após ter chegado em casa voltou para a roda de tereré com uma cara que parecia uma mistura de espanto, indignação e julgamento para mim e me disse o que eu havia feito para derrubar o armário e eu simplesmente acabei por sorrir e dizer que havia dado uma marretada em tom de brincadeira. Expliquei que a estante havia por cair sozinha ela ficou um tanto desconfiada. Quando vi aquela estante a tombar para o lado me assustei e após isso acabei por gargalhar e pensar acho que ela decidiu se inclinar para que eu passa-se a vassoura na estreita lateral e atrás dela nas teias que se escondiam enquanto eu anteriormente tirava o pó desta, mas não é que ela ficou parecida com a torre de Pisa levemente inclinada, risos. Felizmente conseguimos a ajuda de meu namorado para derrubar e ver o que se passava embaixo dela. Um dos pés dela havia se quebrado o que contribui para que os demais logo cedessem também com o peso. Com um prato de comida e uma simples ducha que banhava meu corpo deliciosamente como uma recompensa eu já estava me sentir pronta para o dia seguinte.








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