A cura para Dengue
A dengue tem o Aedes aegypti como principal vetor dos quatro tipos de vírus
causadores da doença: Den-1, Den-2, Den-3 e Den-4. O ciclo de transmissão acontece
quando a fêmea do mosquito coloca seus ovos em recipientes com água. Ao saírem
dos ovos, as larvas habitam na água por cerca de uma semana até se tornarem
mosquitos adultos.
Foi descoberto uma possível maneira
de deter a dengue segundo os pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz
(IOC) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e da Universidade
de São Paulo (USP). Através de uma planta nativa brasileira, a Piper solmsianum, eles desenvolveram
um biocida, um inseticida natural capaz de acabar com todas as larvas do
mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, em um reservatório de água.
Primeiramente, os pesquisadores atestaram a alta toxicidade das lignanas
( moléculas lipídicas produzidas pela atividade metabólica de plantas) com as.produzidas
pela Piper solmsianum, especificamente as
usando contra as larvas do Aedes aegypti. "A planta passou por maceração, que é o processo de extrair
quimicamente seus princípios ativos. O produto final dessa realização
fitoquímico é um líquido originário das lignanas". Assim com esse liquido extraído e aplicado percebeu-se que
o Aedes aegypti, teve
mortalidade da larva em 100% em 24
horas.
Benefícios ao meio ambiente
Por serem químicos ou biológicos (originados de bactérias), os
larvicidas aproveitados na atualidade contra o mosquito da dengue possuem algum
grau de toxidade aos humanos ou a outras espécies de animais e vegetais que tem
dependência com a água onde estes são aplicados.
Trazendo uma grande vantagem para a nova descoberta que traz um biocida com
extrema abundancia na Mata Atlântica e com a potência necessária para matar as
larvas do mosquito não deixando nenhum tipo de resíduo tóxico no meio ambiente.







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